quarta-feira, 15 de setembro de 2010

NAJA E ANNE EM: O MISTÉRIO DE VERÔNICA parte 4





Vou massageando seus ombros e com delicadeza passo o creme em seus seios e acariciando-os. Peço que ela se deite para que eu passe o creme por todo seu corpo que é realmente maravilhoso e assim eu possa fazer uma massagem bem relaxante nela. Afinal amanhã temos uma caçada a realizar e temos que estar prontas.
Relaxe, querida. Está gostando?
Continuo a massagear Anne enquanto passo o creme.
Naja fica por trás de mim... Eu começo a sentir as mãos macias porém quentes de minha amiga deslizando pelo meu ombro... Eram movimentos suaves... Estava próxima a ela, podia sentir o calor do corpo dela... Então ela pede que eu me deite para que passe o creme por todo meu corpo. Ela me pergunta se estou gostando... Mas minha voz não saía... Eu a olho nos olhos passo a mão em seu cabelo escuro, e acaricio seu rosto... quase como uma confirmação. Então me deito na cama... passo a mão em volta das minhas costas e solto meu sutia, eu o tiro e jogo no chão ao lado da cama... fico ainda a olhando nos olhos... Deitada...

Quando Anne solta seu sutiã eu passo creme em seus lindos seios, acariciando um e depois outro alternando-os e acariciando os biquinhos de seus seios. Minha mão em movimentos suaves desliza por todo seu corpo passa novamente por seus seios e desce até seu abdomen e depois percorre por seu sexo em cima da calcinha. Tomo a iniciativa de tirar sua calcinha pequena e sexy. Deixo-me levar pela... Pelo meu sangue succubu.
Pego a calcinha dela depois de tirada e deixo a cair no chão. E volto a massagear seus seios indo delicadamente descendo em seu sexo.
Eu sinto as mãos delas me massageando em movimentos firmes porém lentos... Sinto meus mamilos enrijecendo à medida que ela desliza a mão pelos meus seios... Ela desce a mão pelo meu abdomen e logo começa a passar sua mão por cima da calcinha... Que ela tira logo depois... E a massagem se inicia novamente em meus seios...Enquanto ela me massageia, num ímpeto não consigo me conter volto a passar a mão pelos seus cabelos... Descendo agora até seus seios... Eram seios rígidos... Sua pele era macia... Eu deslizava a mão por eles... Completamente envolvida...

Não conseguido mais resistir a bela Anne, coloco o creme no chão e sinto suas mãos em meus seios que rapidamente deixa meus mamilos durinhos e meu sexo já está bem molhadinho e ao passar minha mão pelo sexo de Anne sinto que ela está molhadinha também. Deixando me levar por minha natureza succubu e sentindo as mãos de Anne em meus cabelos e meus seios. Olho em seus olhos e a beijo na boca...
Chupando sua língua demoradamente e depois desço e chupo seus seios passando minha língua em seus mamilos fazendo movimentos e os sugando com mais força depois.
As duas mulheres se entregam a luxúria total. Na manhã seguinte Naja se levanta bem cedo e deixando Anne dormindo e vai sozinha a casa de Verônica. E deixa um bilhete para Anne que ficou em cima da cama: Desculpe deixar você aqui e ir sozinha amor. Mas sou uma succubu e pela nossa noite de prazer extremo você irá demorar para recuperar sua energia que passou pra mim. Não se preocupe, você se sentirá fraca e cansada, mas irá se recuperar e depois ficará normal novamente. Beijos de sua amiga, Naja. Chegando ao endereço a caçadora descobre que a casa está para alugar ha oito anos. Então a caçadora vai para a Romênia investigar o mistério de Verônica.

NAJA E ANNE EM: O MISTÉRIO DE VERÔNICA parte 3


Desculpe atrapalhar vocês duas, mas não pude deixar de ouvir a conversa de vocês. Meu nome é Verônica cheguei a Detroit à pouco tempo. Vim da Romênia estou em uma casa não muito longe daqui e estou tendo uns probleminhas com algo, digamos sobrenatural e quero contratar o serviço de vocês. Naja aos poucos retira suas mãos do rosto e dos cabelos de Anne e ouve atentamente Verônica. Olha para Anne e dá um leve sorriso sensual e depois observa Verônica de cima em baixo
Verônica tinha um sotaque que misturava o inglês com o romeno, mas dava para entender, um dos poderes de Naja é a memória eidética um poder que não a deixa esquecer de nada e faz com que ela aprenda um novo idioma em poucas horas.
Diga o que você quer que eu faça. Caso desperte meu interesse, irei dedicar-me à tarefa até cumpri-la de forma que eu fique satisfeita, o que muito certamente superará suas exigências.
¨Haverá uma taxa, claro¨.
Anne fica ouvindo o que Verônica diz, enquanto sente o toque das mãos de Naja em seu rosto, então ela retira sua mão macia do rosto de Anne, que a olha e retribui o sorriso, e Naja se pronuncia a Verônica quanto à missão. Anne, leva a taça de vinho a seu lábios tomando mais um gole, e fala à Verônica:
Bom Verônica, meu nome é Anne!! Quantos aos honorários pelo serviço prestado, eu deixo pra você tratar isso diretamente com Naja, logo após do nosso serviço prestado. Quero saber quanto à parte operacional... Quero que me conte tudo, e por favor com riqueza de detalhes. Quero saber exatamente o que vamos enfrentar...
Por favor sente-se...
Anne fala isso lembrando que sua nova amiga, tinha comentado com ela o lance da grana... Mas agora isso não seria mais problema. Enquanto ela aguarda Verônica se sentar, e começar a contar todo o caso, ela olha nos olhos de Naja, toma mais um gole de seu vinho, sorri e leva seu dedo a boca ...
Verônica senta-se de modo que fique de frente com Naja e Anne. Tomei a liberdade de pagar a conta de vocês e estou disposta a oferecer 100 mil dólares se me ajudarem. Compareçam amanhã a noite em minha casa que lhes direi tudo. Verônica se levanta derrepente e sem dizer mais nada se afasta e desaparece como que por encanto. Coloco minha mão esquerda na coxa de Anne por debaixo da mesa e sinto sua pele macia e isso desperta meus hormônios de succubu. Muito estranha essa mulher, você não achou Anne? Os olhos dela não são de uma mera humana, ela me pareceu ser uma vampira e ainda revelou que veio da Romênia, um reduto dos sanguessugas. E ela sumiu como que por encanto, pelo jeito usou um poder de rapidez ofuscante. Mas vamos fazer o jogo dela e irmos lá! O que você acha?
Pelo menos ela pagou nossa conta e de quebra vamos faturar 100 mil dólares.
Digo isso ainda acariciando a coxa macia de Anne, sorrio e encosto meu rosto no rosto dela, esperando que ela retribua meu carinho. Anne ergue uma de suas sobrancelhas e fala firmemente:
Ok então, estaremos lá!
Ela fica observando a mulher se levantar e sair andando e sumir ainda sobre a vista delas. Anne ouve o comentário de Naja sobre a mulher.
Eu tenho uma questão particular com vampiros.... Mas vamos lá sim, de qualquer maneira! Acho que devemos ir agora... Vamos para o hotel que estou fica próximo daqui...
Retiro minha mão da perna macia de Anne e tomo mais um pouco de champanhe.
Eu tinha uma reserva de 35 mil dólares, mas fiz uma doação a um abrigo de animais, e fiquei completamente sem dinheiro. Valeu a pena porque encontrei você uma mulher tão linda e maravilhosa. Olho nos olhos de Anne. Depois me diga qual é essa questão particular que você tem com os vampiros. Então vamos querida! Estou querendo tomar um banho mesmo. Me levanto e espero por minha amiga.
Naja aceita ir para o hotel de Anne... Anne se levanta e vai logo após Naja. As duas caminham lentamente pelas ruas da cidade, sempre conversando. Pareciam que se conheciam à muito tempo. Anne ia contando a ela sua questão pessoal contra os
sanguessugas.
Naja, eu não sei como explicar ao certo, mas minha memória simplesmente se apagou relativo a tudo antes da morte de meus pais, não sei como eles morreram, só me lembro de ter acordado numa igreja, onde fui socorrida pelo frade que lhe contei. Tudo que sei foi o que ele me contou, e ele não disse quase nada, apenas que meus pais tinham sido mortos. Nunca soube se tenho mais parentes ou irmãos, e tenho comigo , devido a meus instintos, a certeza de que eles foram mortos pelo ataque de vampiros. Posso dizer isso pelo ódio excessivo que sinto ao enfrentar um deles.
Elas caminham por mais algum tempo e logo chegam ao hotel... Com certeza aquele velho hotel não chegava nem aos pés de onde Naja estava hospedada antes.
Elas adentraram a pensão, subiram as escadas velhas e mal iluminadas daquele lugar... Anne leva a mão ao bolso de trás da sua calça, retirando a chave do quarto...
Elas caminham pelo corredor, Anne pode observar Naja olhando por tudo. Logo elas param em frente à porta do quarto de Anne, ela abre a porta... E entram.
Naja aqui não há nada estiloso ou de luxo, mas posso garantir que há tudo que a gente possa precisar. Tem um banheiro ali, pra você tomar um banho e relaxar... Tem um frigobar aqui com umas bebidas e umas guloseimas, o serviço de copa é pela noite toda... Enfim quero que fique a vontade.
Anne segura as laterais de sua blusinha, levanta a blusa e tira , passando pela cabeça. Ela senta na ponta de sua cama, e tira suas botas. Se levanta, vai até em cima da cômoda, e pega uma toalha de banho branca. Fique a vontade Naja, vou tomar um banho!!!
Anne fala olhando diretamente no olhos da amiga.
O local apesar de simples é bem aconchegante muito melhor do que as masmorras que fiquei aprisionada tempos atrás. Ao ver Anne tirar sua blusinha meu coração de succubu parece acelerar e posso ver que o corpo dela é mais maravilhoso do que eu imaginava. Sento-me em sua cama enquanto ela entra para se banhar. Deito-me na cama dela e começo a me despir, ficando só de calcinha e sutiã esperando que ela termine.
Ela então volta 40 minutos depois com seus lindos cabelos molhados e enrolada em uma toalha. Então ao tirar a toalha Anne coloca outra roupa e fica mais a vontade. E eu ali deitada em sua cama, me levanto tiro meu sutiã e minha calcinha pego uma toalha... Enrolo-me nela e vou tomar meu banho. Volto 35 minutos depois para o quarto. Vejo Anne deitada em sua cama coloco só uma calcinha e me aproximo de minha amiga, sento- me na cama dela e começo a passar um creme em meus seios que tomei a liberdade de pegar de seu guarda roupa. Ofereço a ela. Quer que eu passe em você?
Anne percebe o olhar da amiga percorrer o seu corpo... Vejo minha amiga deitada em minha cama... apenas de calcinha e sutiã... Pude, apesar de discretamente, reparar seu corpo... Naja era uma morena realmente muito linda. Eu solto minha toalha, deixando cair no chão, me abaixo ao lado da minha mala e visto uma lingieri confortável pra dormir. Naja tira sua roupa em minha frente... Pego em minha mochila uma revista que tinha comprado na estrada... Deito na minha cama de bruços... Naja ao sair do banho... Veste uma calcinha sexy e pequena, senta na ponta da minha cama, após pegar o creme e começar a passar em seus seios, massageando-os com movimentos lentos porém firmes... Apesar de um pouco sem graça, não consigo disfarçar e fico observando... Acompanhando cada movimento da mão dela... Ela se oferece para passar em mim... Embora ela nunca tinha tido tanta intimidade com alguém antes... Ela aceita... Fecha sua revista, e fica a frente de Naja...

NAJA E ANNE EM: O MISTÉRIO DE VERÔNICA parte 2




Ela caminhou mais ou menos por meia hora, até que avistou um bar, a idéia de entrar e tomar alguma coisa pra se aquecer parecia convidativa, ela entrou, procurou uma mesa num canto mais reservado, e ali ficou esperando ser atendida pelo garçom. Como uma Slayer, nunca viu emprevisto nenhum em estar sozinha a noite. Ficou sentada observando as pessoas ali... Até que de repente é abordada por um dos garçons, levando o recado que uma moça a chamava. Anne olhou para o lado e viu Naja, ela ainda não a conhecia, Naja era uma mulher muito bonita, daquele tipo que realmente chama a atenção de qualquer pessoa. Anne se levanta e vai em direção a mesa da moça. Ao chegar, ela puxa uma cadeira e se senta. Olha para o garçom e faz um pedido:
Por favor, me trás uma taça de vinho. Tinto por favor!
Ela se volta para a moça, e sorri...
Oi, prazer, sou Anne!
Naja vê a aproximação da bela mulher que chamou sua atenção. Se levanta e a cumprimenta com um beijinho em seu rosto enquato Anne pede uma taça de vinho.
Prazer Anne! Sou Naja, você é realmente muito bonita. Não pude deixar de reparar em sua beleza e em seu jeito. Algo em você me diz que não é uma simples mulher normal.
O que você faz por aqui sozinha? As duas beldades logo chamam a atenção dos homens e até de algumas mulheres ali presentes, mas poucos tem coragem de se aproximar.
Anne simpatiza com Naja de imediato... Ela se aproxima e beija o rosto de Naja a cumprimentado.
Bom Naja, eu realmente não sou o que se pode chamar de uma mulher normal mesmo não, mas sou humana!!
Anne sorriu ao se definir pra nova amiga, ajeitou o seu cabelo, colocando o mesmo atrás da orelha na sua reta, o garçom vinha trazendo em uma bandeja, a taça de vinho de Anne, ele colocou a taça sobre a mesa na frente dela. Ela levou a taça aos lábios, provando. Em seguida, ela continua.
Eu sei que parece bem anormal isso, mas acredite, sou uma caçadora! E você o que faz?
Enquanto Anne fala, tomo mais um pouco de champanhe. Passo a mão por meus cabelos descendo sensualmete até meus seios, quase que me insinuando pra ela.
Eu também sou uma caçadora e talvez por ter tanta experiência acabei por notar algo de diferente em você. Estava em um hotel onde a diária era de sete mil dólares e paguei a última hoje, aí tive que sair. Agora estou aqui sem dinheiro e com essa conta a pagar. Digo isso e sorrio. Não sou desse planeta e te confesso que não gosto dessa modernidade toda, sou uma descendente de succubu e não vejo a hora de voltar para meu mundo.
Em uma mesa ao lado uma linda mulher ruiva, observa atenta a conversa de Naja e Anne.
Anne fica observando e olhando fixamente nos olhos de Naja, enquanto ela toma
um gole de sua champanhe, e passa a mão em seus cabelos. Anne estava realmente encantada coma beleza e simpatia daquela mulher. Ela escuta atentamente Naja falando de si para ela.
Anne sorri, e ainda olhando nos olhos dela, diz...
Fique tranqüila... antes de eu ir embora, resolvo o probleminha da conta.
Ela, ainda que muito intertida com a conversa com a Naja, não pode deixar de perceber uma mulher ruiva, alta, bonita que não parava de observar Anne e Naja conversando... Ela estava a algumas mesas de distância delas.
Anne continua sua conversa com Naja, e toma mais um gole de seu vinho... passando em seguida, a ponta de sua língua, pelos seus lábios.
Quer dizer então que você também é uma caçadora?? E você pretende voltar para o seu mundo quando??
Sou, mas não trabalho pra ninguém e faço minha própria caçada. Vou voltar para meu planeta assim que puder, e se um dia você quiser vir comigo será um prazer. Não resisto e passo a minha mão nos cabelos e rosto de Anne, esperando ser correspondida. A mulher ruiva se levanta e aproximando-se das duas no momento em que Naja estava com sua mão no rosto de Anne.
Anne ouve Naja contando pra ela sobre si, mas sua atenção ainda está meio voltada à mulher ruiva que as observava. Naja no meio do papo passa a mão pelos pretos cabelos de Anne... E a acaricia no rosto. Anne sempre vivera sozinha... Não era muito acostumada a carinho, porém ela sentia que era bom! Ela abre um largo sorriso para Naja, a olhando nos olhos... Mas a atenção dela logo se desvia quando percebe a tal mulher ruiva se aproximando... O instinto de Anne era muito aguçado sempre. Ela sentia que havia alguma coisa de errado com aquela mulher, mas ainda não sabia o que era. Anne discretamente, passa a mão em sua cintura, engatilhando a sua arma, mas ainda a deixando na cintura... Apenas por precaução.
Ela troca um olhar com Naja, como se avisando a ela mentalmente sobre a mulher. A ruiva chega até a mesa delas, apóia as duas mãos na mesa, ela trajava um vestido branco, muito sensual, com um decote bem valorizado... A tal ruiva se inclina um pouco em meio as duas, quando Anne a interrompe:
Olá!!! O que você deseja?

NAJA E ANNE EM: O MISTÉRIO DE VERÔNICA


Detroit, USA. Naja acaba de sair de um hotel de luxo. Pagou sua última diária de 7mil doláres. Armada de sua espada laser. Ela agora precisa de mais dinheiro e encontrar um lugar para ficar. Passa perto de um barzinho e entra, mesmo sem dinheiro ela pede uma garrafa de champanhe ao garçon quando de longe vê uma linda jovem que chama sua atenção. Pede ao garçon que a aborde e leve o recado. Diga aquela moça para que venha até aqui, por favor.
Já era tarde da noite, Anne ainda não havia conseguido pegar no sono... Havia chego na parte da tarde, e aquela cidade ainda era desconhecida pra ela. Tentou pedir informação aos moradores sobre um hotel bom para ela ficar, mas as pessoas dali pareciam ter medo de estranhos. Ela caminhou por algum tempo, e encontrou uma velha pensão, cujo o dono era um senhor groseiro é fétido. Mas por falta de escolha, ela acabou ficando por lá mesmo... Subiu as escadas mal iluminadas da velha pensão, e ainda que ela não quisesse, não podia deixar de reparar todo canto havia insetos!!!
que higiene não era o forte daquele lugar... por


Ela entrou no seu quarto, era um quarto pequeno, e cheirava a mofo... Porém Anne se consolou, póis sabia que sua estadia lá era apenas temporária, tempo suficiente para cumprir sua missão naquela cidade, e aguardar a próxima carta indicando nova missão.
Ela tomou um banho, a água não era muito quente. Mas mesmo assim serviu pra relaxar... E após o banho, acabou pegando no sono... A viagem tinha realmente sido cansativa.
Foi quando já bem tarde da noite, Anne acordou, olhou pro seu relógio de pulso, e viu
que havia perdido a hora do jantar. Resolveu se arrumar e sair pra dar uma volta.

Foi até sua mala, pegou uma blusa preta de gola alta, e a vestiu, juntamente com uma calça preta e sua bota.
De frente ao espelho, passou a mão nos seus longos cabelos negros, que realçavam o verde dos seus olhos... Pegou sua jaqueta, também preta, e saiu.
A noite estava fresca... Realmente o vento local lhe agradava... Ela sempre preferiu passeios a noite... Isso lhe privava dos olhares curiosos!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

NAJA E DEAN PARTE 7


Os dois caçadores abandonam a mansão dos vampiros assamitas. Os vampiros reuninem os que sobraram do clã e gritam blasfemêas contra os caçadores jurando vingança e tentam entender o que aconteceu. Naja e Dean podem ver pelo retrovisor a mansão explodindo, enquanto se afastam.
Dean deixava uma de suas mãos no volante e a outra apoiada na janela do carro, enquanto dava uma olhada no retrovisor e via a mansão explodindo, ele sorria, acelerando mais o carro e saindo em uma estrada que iam levar os mesmos de volta a cidade.

Ahh, agora eu vou para um bar ..
Naja oferece a Dean uma barra de ouro puro de 2kg enquanto seguem viagem vão conversando.
Tome fique com uma barra de ouro, peguei duas. As achei no cofre da mansão, isso deve financiar suas caçadas por algum tempo.

* Dean olhava a barra de ouro e via seu reflexo na mesma assim a pegando e guardando a mesma em seu bolso, dirigindo pela estrada enquanto conversava com Naja.
Algum tempo depois.
A ameaça dos vampiros tomar essa cidade não existe mais, nossa missão foi concluida com exito. Foi um prazer fazer essa caçada com você Dean, mas eu gosto de trabalhar sozinha, me deixe por aqui mesmo.
Foi um prazer também trabalhar com você também ..
Se precisar de alguma coisa ligue em meu celular, agora vou embora para outra cidade.

Dean encostava o carro em uma parte da estrada e assim olhava para a menina com um sorriso em seus lábios.
Desço do carro, faço surgir minhas asas negras de succubu e levanto vôo.
Boa sorte Dean. E se você também precisar de mim, me procure.
Digo isso lá do alto, enquanto vejo Dean acelerar seu carro indo embora. Minha missão continua e vou levando justiça aonde posso.

NAJA E DEAN PARTE 6


... e dou um salto de oito metros decepando seus dois braços e suas duas pernas em seguida corto-lhe a cabeça. O segundo vampiro saca de uma pistola e atira em mim, uso minha agilidade sobre humana para me desviar e logo mais uma cabeça rola a escada, sigo até a outra sala me deparando com mais 5 sanguessuga. Eles me atacam, mas o ataque surpresa me favorece e logo os mando para o aralu. Subo rapidamente as escadas entro em um quarto onde encontro explossivos, armo a bomba programando para explodir dentro de 5 minutos. Saio do quarto e logo encontro Dean.
Dean, hora de sair, temos menos de 5 minutos.
* Dean caminhava pelo corredor com seu facão em mãos olhando atentamente o lugar, notava um grupo de 4 vampiros que estava encostados em uma parede conversando o caçador sorri, assim levando sua mão ate a cintura e retirava uma arma de cor prata que a munição também era de prata mas era uma prata benta, e rapidamente Dean ia disparando varias vezes contra os vampiros Dean tinha uma ótima mira e assim acertava o centro da cabeça dos vampiros esguichado sangue para todos os lados, ele ria, e tornava a caminhar pelo corredor e assim ia encontrando os vampiros e acertando uma bala na cabeça de cada um e recarregava a mesma e continuava a chacina. Andava pelo corredor matando os vampiros e assim logo encontrava Naja, dizendo para ele sair de lá rapidamente, Dean guardava a arma e assim puxava naja e começava a correr pelo corredor.

O que você fez naja?
Os dois caçadores começam a deixar as preças a mansão dos assamitas. Pode soltar minha mão Dean, obrigada. Vamos até seu carro que tudo isso aqui vai pelos ares, coloquei alguns explossivos que encontrei.
Um pouco antes de chegar ao carro sou atacada por um vampiro que saca de uma arma e atira, os tiros pegam na espada laser e logo ele fica sem munição. Hora de morrer, seu filho da mãe. Uso uma voadora e o nocauteio, (Este chute usa os pés para nocautear o inimigo). Caio de pé perto dele e com a espada laser decepo sua cabeça.
Outro vampiro surge, eu salto por uma janela e digo. Esse é seu Dean, seje rápido só temos um minuto, te espero em seu carro. Entro no carro e espero por meu amigo. De longe escuto as sirenes da policia.
* Dean corria pelo corredor e soltava a mão da menina, quando notava um vampiro atacando ela, mas que rapidamente era aniquilado pela menina, o caçador via que a menina havia pulado pela janela e um outro vampiro tinha surgido, Dean espera que o mesmo se aproximasse, após o mesmo fazer isso erguia sua perna direita e chutava o peito do vampiro que batia contra um espelho e caia no chão. Dean passava sua mão na cintura e tirava seu facão passava na cabeça do vampiro decepando a mesma, após ele pulava pela janela e ia em direção a seu carro entrando no mesmo ligava rapidamente e saia acelerando por uma trilha que tinha ali.

Por aqui não vamos encontrar a policia ...
Ótimo, porque as autoridades não gostam de mim.