sábado, 7 de agosto de 2010

NAJA E CHERRY EM: O MANIACO DE NY. PARTE 1


Naja é uma caçadora de monstros( vampiros, lobisomens, fantasmas assim como também elimina criminosos comuns, ela inflinge ao maus feitores a mesma dor que causaram em suas vitimas. Nasceu no planeta Colônia e graças a seus poderes ela pode viajar através do universo e as vezes vem a Terra em busca de seus inimigos.
Naja está mais uma vez no planeta Terra, vido de seu distante mundo o planeta Colônia. Ela está andando pela cidade de NY onde pretende encontrar uma corporação de vampiros de acordo com a informação de seu lacaio, o demônio das sombras. E ela ve de longe Cherry uma vampira que ela conheceu a poucos dias atras.
Cherry caminha calmamente pela avenida pouco movimentada , ela olha para os lados e percebe uma aglomeração de pessoas.
Dê repente um senhor tem sua carteira roubada por um ladrão de mascara que dá um tiro nele para roubar-lhe seu dinheiro, o velho fica a beira da morte com um tiro bem no peito, e o ladrão foge com o dinheiro do velho. A guerreira imortal ao ver o ladrão fugir vai em sua perseguição, fazendo com que o ladrão perceba que está sendo perseguido.
Cherry ao perceber cheiro de sangue corre e avista o homem caido e quase desfalecido
- droga - ela fala pegando um celular e discando o numero do socorro se afastando em seguida
o cheiro do sangue aguçava sua sede, seu desejo de beber daquele pobre e infeliz homen ao chão.
- Isso não pode acontecer - ela fala suspirando sentindo o cheiro doce do sangue que escorre dele
Ao alcancer o bandido em questão de segundos a caçadora o mata quebrando seu pescoço e o deixando sem vida em um beco deserto. E depois vai ao encontro de Cherry a vampira, com saltos fenomenais ela logo se põe na frente de Cherry.
Oi Cherry, lembra de mim?
Ela olha para Naja e olha o homem ao chão com os olhos vermelhos e as presas de fora - claro como poderia esquecer.
Não se preocupe com essa pobre vitima, ele ja foi vingado. Quer sangue?
- E se quiser ? o que vai fazer.
O bandido que o matou eu exterminei com a vida dele e o deixei em um beco. Ele está morto, quer beber o sangue dele? Te levo lá.
Não posso beber sangue de morto - ela fala olhnado-a. - Mas se o resgate não chegar. - Ela olha para o corpo caido e sangrando. - Eu acho que não vou aguentar.

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